Hospedagem em áreas centrais muda a lógica das viagens curtas
Levantamento aponta preferência por hotéis próximos das atividades, fator que pode reduzir deslocamentos em agendas mais enxutas.
A hospedagem em áreas centrais tende a ganhar relevância nas viagens curtas. Um estudo da Hilton, realizado com a Morning Consult e mais de 14 mil viajantes, mostra que 63% preferem ficar em locais com atividades por perto. Além disso, 67% buscam aproveitar mais experiências em menos tempo.
Para as viagens corporativas, o dado reforça uma decisão que vai além da diária. Quando o hotel fica próximo da reunião, do evento ou de uma área com serviços, o viajante reduz o tempo gasto no trânsito e ganha margem para lidar com mudanças na agenda.
Na prática, a localização precisa entrar na comparação desde a cotação. Antes de definir a hospedagem, vale cruzar o endereço do hotel com os compromissos previstos, os horários de deslocamento e as opções de transporte disponíveis na cidade.
A hospedagem em áreas centrais não será sempre a alternativa mais adequada. Em algumas viagens, ficar perto do aeroporto ou do local do evento pode funcionar melhor. O ponto é escolher o hotel a partir do roteiro real da viagem, e não apenas pela tarifa disponível.
Fonte: Panrotas